Como é nobre uma concha feita de sorrisos.
Como brilha o polido diamante da razão.
Como é frígido e cheio de brio o orgulho.
No fronte, o córtex soberbo e logo atrás, correndo desatada em desespero uma alma bem pequena, maltratada.
Tão sem esmero esparramar as cartas sobre a mesa e terminar o jogo. Sem aviso, sem regras e sem medo, devendo apenas os riscos.
Tão mais controlada a sã consciência do que a vil insensatez de não saber.
Tão mais seguro não deixar as luzes acesas.
Tão mais fácil não ser feliz.
Tão mais fácil não crescer.
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