sexta-feira, 2 de março de 2012

Reflexãozinha ;)

Dentre todas as frustrações que vivemos a mais compartilhada se refere ao amor. Talvez porque nenhum de nós esteja totalmente pronto para carregar sobre os ombros a força que esse sentimento tão humano, tão complexo e ao mesmo tempo severo, exerce sobre nossas vidas.
Quando amamos alguém e somos retribuídos, tendemos a acreditar que independente de qual seja a circunstância, o amor do outro estará la a guardado para nós. Esquecemos as vezes da singularidade do outro e então sufocamos. É necessário ser maduro e ter uma alta percepção sobre o limiar entre nós e o outro pra evitar isso; o que é muito foda, diga-se de passagem. 
Quando encontramo-nos sufocados em nosso pessimismo sequer lembramos de nós mesmos, focando assim, nossos problemas. Mas se há nesses momentos o desprezo pelo amor próprio como amar o próximo? Como dar a outro o que não temos para com nós mesmos? 
E então, só quando encontramos a paz individual em nossas almas é que podemos dar a nós mesmos a chance de amar e ser amado. 
É assim que acredito, pelo menos e assim que tenho visto funcionar. 

Um comentário: