Quando amamos alguém e somos retribuídos, tendemos a acreditar que independente de qual seja a circunstância, o amor do outro estará la a guardado para nós. Esquecemos as vezes da singularidade do outro e então sufocamos. É necessário ser maduro e ter uma alta percepção sobre o limiar entre nós e o outro pra evitar isso; o que é muito foda, diga-se de passagem.
Quando encontramo-nos sufocados em nosso pessimismo sequer lembramos de nós mesmos, focando assim, nossos problemas. Mas se há nesses momentos o desprezo pelo amor próprio como amar o próximo? Como dar a outro o que não temos para com nós mesmos?
E então, só quando encontramos a paz individual em nossas almas é que podemos dar a nós mesmos a chance de amar e ser amado.
É assim que acredito, pelo menos e assim que tenho visto funcionar.
Vix, valeu mano, eu precisava ler isso =]
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