Eu nunca te escreverei um poema .
Me injurio nos limites dos versos, por onde se derrama a ineficácia das palavras.
Eu nunca te escreverei um poema.
Eu que escuto ressoar teu nome, sons vibrando na frequência das tuas letras
Teu nome fica. Com ele eu me abraço.
Eu nunca te escreverei um poema.
Pra dourá-lo com pitadas de louvor.
Tu és como um deus.
Me injurio nos limites dos versos, por onde se derrama a ineficácia das palavras.
Eu nunca te escreverei um poema.
Eu que escuto ressoar teu nome, sons vibrando na frequência das tuas letras
Teu nome fica. Com ele eu me abraço.
Eu nunca te escreverei um poema.
Pra dourá-lo com pitadas de louvor.
Tu és como um deus.
Mas não te assustes!
Somos todos deuses e somos todos um!
Eu jamais te escreverei um poema.
Pra estampar inverdades em nome do amor.
Porque amor não é poesia.
Nem só vive de afago.
amor corta a carne e a carne se deleita na contusão.
Eu nunca te escreverei um poema.
Pra dizer que teu sumo é doce.
Embora tua candura
teu sumo é amargo
Somos todos deuses e somos todos um!
Eu jamais te escreverei um poema.
Pra estampar inverdades em nome do amor.
Porque amor não é poesia.
Nem só vive de afago.
amor corta a carne e a carne se deleita na contusão.
Eu nunca te escreverei um poema.
Pra dizer que teu sumo é doce.
Embora tua candura
teu sumo é amargo
tântrico e sagrado.
Semente de cacau.
Eu nunca te escreverei um poema.
Não há palavra ou poesia que contemple a eternidade do teu abraço.
Semente de cacau.
Eu nunca te escreverei um poema.
Não há palavra ou poesia que contemple a eternidade do teu abraço.
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