Não compito, tolero.
Se consigo, coopero.
Mas pra gozar
do acaso do destino
abro mão do ego.
Não, não faço juízo
esbravejar sem armas
é delírio risível.
Deliro em grandes sonhos
daqueles que se disfarçam
de ínfimos desejos mundanos.
Dispenso os adornos
sou humana em estado bruto
despindo-me até a essência
que rebenta na pura vivência
de cada instante ininterrupto.
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