Não me reduza ao seu normal estéril e incompetente
Não me injete estigmas nas veias,
pra remediar o sintoma da existência
Não torne fantasma o que em mim tenho tão vívido
Se chamam-me insensata é por insano medo
da vulgar insensatez
Esse louco medo que só se esvaece
Quando do ego se esquece
No descarrilar do trem do juízo.
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